Todos os dias, profissionais de saúde nas linhas de frente no mundo todo arriscam as suas vidas para salvar outras pessoas. No dia 19 de maio, lançamos uma iniciativa para colocar o trabalho deles no centro da atenção e para ajudar a garantir que possam realizar suas atividades com segurança.
Com o seu apoio, podemos tornar esta iniciativa acessível para o maior número possível de pessoas.

“Em um mundo ideal, os cirurgiões de guerra deveriam ser tão famosos quanto nós, jogadores de futebol. Todos os dias, arriscam a própria vida para salvar outras. Por esse motivo, eu apoio o CICV nesta iniciativa.”
- Blaise Matuidi, jogador de futebol campeão do mundo.
No hospital de emergência West Erbil, o médico brinca sobre futebol com seu paciente antes da cirurgia. O menino usava uma camiseta de futebol quando entrou na sala de operação, e como parecia importante para ele, os enfermeiros decidiram tirá-la cuidadosamente, sem cortar.”
Convidamos você a se juntar à nossa comunidade de ativação digital e para nos ajudar a conscientizar sobre a assistência que salva vidas que as equipes de saúde brindam em zonas de conflito.
Se você ingressar hoje, terá acesso a imagens, textos, vídeos e histórias para compartilhar e demonstrar por que os profissionais de saúde merecem nosso respeito, nosso agradecimento e estar seguros. Somente nos últimos cinco anos, registramos mais de 3,7 mil ataques contra eles e contra estabelecimentos de saúde.
Com cada ataque, as pessoas são privadas de receber assistência que é muito necessária.
Como parte da comunidade, você nos ajudará a contar ao mundo – com as suas próprias palavras – até onde os profissionais de saúde irão para ajudar as pessoas que os necessitam e por que devemos fazer mais para protegê-los com urgência.
O treinamento prévio e especializado de cirurgiões e as tecnologias modernas sofisticadas beneficiam muitos pacientes em tempos de paz, mas podem ser um obstáculo para a prática cirúrgica durante conflitos armados.
Os ferimentos de guerra são diferentes. A dimensão da destruição e contaminação de tecidos observada em feridas de guerra não tem comparação com o que é visto na prática quotidiana de traumatologia. As condições de trabalho durante a guerra são totalmente diferentes daquelas que predominam em tempos de paz.
Os recursos são limitados, e os cirurgiões muitas vezes são obrigados a improvisar e fazer concessões ao tomar decisões. O seu propósito é prestar a melhor assistência possível aos pacientes, de acordo com as circunstâncias, e não a melhor assistência descrita na literatura acadêmica.
A cirurgia de guerra é uma prática de vítimas em massa. A lógica da triagem de guerra tem pouco a ver com a rotina de uma triagem no pronto-socorro de um grande centro de traumatologia civil: a triagem de guerra tem uma licença de deixar morrer com dignidade, que não existe na prática civil diária.
O CICV ajuda as pessoas afetadas por conflitos armados e promove o cumprimento do Direito Internacional Humanitário (DIH).
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